quinta-feira, 15 de março de 2007

Guardo na memória a saudade numa caixa. Quando abro está vazia.
Guardo no peito a saudade e o ciúme numa caixa. Quando abro está vazia.
E o esconde-esconde.
E o piques.
Abro a caixa da saudade e dou de cara com o silêncio.
Abro a caixa do ciúme e dou de cara com a morte.
Abro mais uma caixa, e mais outra, e mais outra, e mais outra, e depois eu fecho.
As caixas não têm tampa. Ela têm noites
As caixas, uma eu não abro mais.
páro.
.
.
.
desisto.

Eu não existo.

quarta-feira, 7 de março de 2007

"nós nem terminamos de discutir a questão da existência de deus e você quer comer?"

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

estou com o meu saco na lua.

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

não. não posso. não.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

- você atirou?
- foi preciso.

- ....

- você atirou? foi preciso.


-foi preciso.