agora eu quero que me estourem os moinhos.
e quero me afogar nessa lama de pus e sangue.
e todas as outras coisas do meu mundo apertado.
não passa de um encontro entre duas epidermes e duas pálidas fantasias, o amor.
fracas, fraquinhas, com cheiro de pêssego e gosto ruim, amargo.
que eu saiba todas as coisas e marque-as com um X bem grande e escuro.
que pare de girar o mundo, o ar seja mais puro e eu consiga dormir rapidamente.
sem os segundos de profundo aperto dentro de não sei onde, que belisca e faz chorar.
eu esqueci como se escreve, perdão.
segunda-feira, 16 de abril de 2007
quarta-feira, 4 de abril de 2007
quinta-feira, 15 de março de 2007
Guardo na memória a saudade numa caixa. Quando abro está vazia.
Guardo no peito a saudade e o ciúme numa caixa. Quando abro está vazia.
E o esconde-esconde.
E o piques.
Abro a caixa da saudade e dou de cara com o silêncio.
Abro a caixa do ciúme e dou de cara com a morte.
Abro mais uma caixa, e mais outra, e mais outra, e mais outra, e depois eu fecho.
As caixas não têm tampa. Ela têm noites
As caixas, uma eu não abro mais.
Guardo no peito a saudade e o ciúme numa caixa. Quando abro está vazia.
E o esconde-esconde.
E o piques.
Abro a caixa da saudade e dou de cara com o silêncio.
Abro a caixa do ciúme e dou de cara com a morte.
Abro mais uma caixa, e mais outra, e mais outra, e mais outra, e depois eu fecho.
As caixas não têm tampa. Ela têm noites
As caixas, uma eu não abro mais.
quarta-feira, 7 de março de 2007
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
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